Manual de Controle de Risco Operacional

Manual de Controle de Risco Operacional

DIAGRAMA DA POLÍTICA INSTITUCIONAL, DOS PROCESSOS, DOS PROCEDIMENTOS E DOS SISTEMAS QUE INTEGRAM O MRO – MANUAL DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL, PROPOSTO PELA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DAS COOPERATIVAS DE CRÉDITO DO SICOOB, EM CUMPRIMENTO AO INCISO II DO ART. 9° DA RESOLUÇÃO N° 3.380/2006 DO CMN/BACEN, QUE PASSA A FAZER PARTE DA ESTRUTURA DA COOPERATIVA DE CREDITO RURAL DO NORTE CATARINENSE – SICOOB SC?CREDINORTE, DE ACORDO COM DELIEBRAÇÃO DE SEU CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO APROVADO EM REUNIÃO DO DIA 22/06/2007.

1. Sistema Sicoob

A estrutura de gerenciamento do risco operacional das cooperativas do Sicoob é composta da seguinte forma:




A adoção do modelo de estrutura de gerenciamento do risco operacional apresentada na ilustração requer efetivo envolvimento da administração da cooperativa, para efeito de promover adequada integração dos responsáveis pela execução das atividades previstas nesta norma e dos demais integrantes do quadro de funcionários.

2. Principais competências dos membros que compõem a estrutura de gerenciamento do risco operacional do Sistema Sicoob

Os principais membros que compõem a estrutura de gerenciamento do risco operacional das cooperativas que integram o Sistema Sicoob, e contidos na ilustração apresentada no item anterior, além das atividades e atribuições apresentadas no Regimento Interno, devem executar as funções apresentadas nos subitens seguintes.

2.1 Conselho de Administração

O Conselho de Administração é o órgão estatutário responsável pela administração da cooperativa, cujas competências e atribuições estão previstas no Estatuto, no Regimento Interno e no Regulamento aplicáveis.
Além das atribuições previstas naquela regulamentação, o Conselho de Administração é responsável, também, pelas competências relacionadas na seqüência:
I. definir, aprovar, instituir e atualizar a política de gerenciamento do risco operacional da cooperativa;
II. revisar, no mínimo anualmente, a política de gerenciamento do risco operacional da cooperativa;
III. disseminar a política de gerenciamento do risco operacional instituída, nos diversos níveis da instituição – estabelecendo papéis e responsabilidades –, bem como as dos prestadores de serviços;
IV. analisar, no mínimo anualmente, os relatórios que permitam identificar e corrigir tempestivamente as deficiências de controle e de gerenciamento de risco;
V. manifestar, expressamente, acerca de ações a serem implementadas para correção tempestiva das deficiências apontadas nos relatórios mencionados no inciso IV retro;
VI. verificar se testes de avaliação dos sistemas de controle de riscos operacionais implementados foram realizados, no mínimo, anualmente;
VII. estabelecer as condições necessárias para que as informações contidas nesta descrição da estrutura de gerenciamento do risco operacional possam ser objeto de acesso público, com periodicidade mínima anual;
VIII. aprovar e implementar plano de contingência contendo as estratégias a serem adotadas para assegurar condições de continuidade das atividades e para limitar graves perdas decorrentes de risco operacional;
IX. implementar, manter e divulgar processo estrutural.